sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Sexo de Perdição



Põe e dispõe de mim.
Senta no meu rosto e sufoca-me de prazer.
Desejo que o Teu sabor perdure eternamente na minha boca.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Festim



Ele espraiou-A diante de si. As fragrâncias que dEla emanavam vogaram de encontro ao seu olfacto. Contagiado pela convocatória sensorial, deixou escorrer beijos pelas suas coxas. Ele podia sentir o corpo dEla retesar... empolando gradualmente. Desejando ardentemente prová-La, saboreando cada gota da sua doçura, Ele firmou-A. Inicialmente atiçou-A com a ponta da língua humedecida, desenhando um trilho lascivo desde o seu rabo até ao seu clítoris, acariciando pelo meio o seu períneo e desfolhando ligeiramente os seus lábios. Trilho esse que percorreu para cima e para baixo, durante uns momentos. O Néctar escorria deliciosamente dEla. Ela levou uma mão à cabeça dEle, agarrou o seu cabelo e afundou-O ainda mais na canícula que A embrulhava. O nariz dEle desempenhava uma função inesperadamente fulcral. Ela sussurrou o nome dEle, à medida que a sua língua decifrava todos os seus pontos erógenos, sondando as cavidades do seu prazer com círculos lânguidos. Até que a língua dele se entesou, o ritmo atingiu um pico frenético e Ela diluiu-se num Orgasmo estonteante.
 
Ele ama-A neste estado selvagem. Ele ama-A quando Ela fica domada pela vulnerabilidade deste desenlace… aproveitando para enlaçar a língua nos seus sucos e bebendo-A como um Homem sequioso no deserto. Devorou-A sem apelo nem agravo. Uma e outra vez. Até perder a conta ao número de espasmos que Ela soltava. Fez dEla o seu Festim.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Meu Amor...




És a Razão do meu Sorriso!
Por Ti... irei continuar a nutrir este recanto com toda a dedicação enamorada que te dedico.
 



 

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Sinto tanto a Tua Falta...



Amava poder Fazer Amor Contigo esta noite…
A Nossa Sintonia encontra-se tão afinada que dispensamos perfeitamente de um mapa para a Geografia dos Nossos Corpos. Podemos nortear-nos pelo Bosque do Prazer de olhos vendados e sem sair do quarto. Movimentemo-nos com a beleza fluída de uma cascata. Vamos compor sons tão melodiosos como uma orquestra de Uirapurus. Hoje não adoptaremos gritos, clamores ou bramidos… Apenas delicadas sinfonias harmónicas. Esta noite, tentemos não provocar um terramoto, tornado ou maremoto… vamos fundir-nos na delicadeza mística com que o Sol dança com os seus raios entre os pingos da Chuva. Vem ter comigo esta noite e ajuda-me a desenhar um Arco-Íris com os Nossos Sentimentos mais Profundos!

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Sexo de Perdição


Memória... nada escapa verdadeiramente... tudo acirra!... açoita o Corpo sôfrego e a Alma carente!... 

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Caminho da Salvação



Foder-Te é uma experiência religiosamente transcendental.
Quando te colocas de joelhos, oras numa língua que cria um Novo Mundo para mim.
Arrancas-me do Lago de Fogo no qual arde o meu Desejo e ascendes-me aos Céus, ávido para trespassar as Portas do Paraíso. Sugas todo o pulsar da minha Vida e ressuscitas-me… permitindo que me erga bem erecto para uma Nova Vida. Graças a Ti sou abençoado… baptizado pelas tuas águas… Renascido pelo teu Corpo em Doce Pecado. 

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

La Petite Mort



Uma onda varre-a num turbilhão de deleite… vagas embatendo violentamente na costa e explodindo num bilião de pequenas réplicas explosivas. Arqueando-se ferozmente e propagando ondas sonoras penetrantes, Ela armazena imagens Dele, palavras que Ele usa, lascívia basilar, trejeitos da sua expressividade… até que surge o apagão! O coração Dele estremece quando Ela fecha os olhos. O elo visual quebra-se… mas Ele entende que este momento é Dela. Um vértice de arrebatamento no qual Ela deverá fluir em Liberdade. Até que retorna célere para o agasalho dos seus braços... Abre os olhos... Sorri regenerada. Ela acabou de Ressuscitar n’Ele... para Ele! 

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Dentro, Fora… Fora, Dentro…



Ele deixa-a ateada
De dentro para fora.
Ela fica estonteada
E desliza o tecido afogueada
Pois Ele não consente demora.
Desabrochada
Ela prontamente aflora
Com toda a sua gana
Propiciando a aurora
Do contemplativo Nirvana.
Arrebatado para o seu epicentro
Ele rende-se na hora
De fora para dentro.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

FODA-SE!



Olha para mim!
 
 
Foi com esta ordem que ela gatinhou literalmente para dentro do meu sonho. Observava-me deliciada enquanto me retirava a venda e me sentava na ponta da cama, recuando a gatinhar contra a parede, munida com um sorriso matreiro. Escondido atrás de si, encontrava-se um dildo fixo na parede. Confiante e acirrada, empinou o seu rabinho perfeito, pegou no brinquedo com a destreza dos seus dedos, mordeu o seu lábio inferior e introduziu-o na sua coninha melada.
 
 
Toca-te para mim!
 
 
Solicitou-me, sentindo-se poderosa, com um desejo manifesto enquanto me mostrava como havia desenvolvido uma Devoção e um Amor avassalador por mim. Ela era a protagonista de um show antecipado com minúcia. Ela acompanhava o movimento da minha mão no meu pau, recuando com uma lentidão deliciosamente tortuosa contra a parede, sentindo o frio do silicone a beijar o calor dos seus lábios escorridos. Ela estremecia com a sensação de cada veia desenhada a deslizar nos seus folhos avolumados… percorrida por relâmpagos de êxtase que irrompiam por todos os seus poros.
 
 
Respira… respira…
 
 
Interiorizou estas palavras e pausou subitamente, sentindo-se resvalar num clímax que ainda desejava adiar. Comprimiu as coxas. Vislumbrei-a corar, talvez por se sentir vulnerável… observada. Mas logo beijou o meu olhar com um sorriso. Senti os seus Olhos Verdes acariciarem-me a Alma, incendiando-me o Corpo… ainda mais!
Ela fechou então os seus lindos olhos e recomeçou…
 
 
Dentro, fora, dentro, fora…
 
 
Rápido e mais rápido até que ela constatou quase desacautelada, como não se focava mais na sua respiração, mas exclusivamente na minha. Ela reabriu aqueles olhos mágicos. Aquele Farol de esmeralda que me indica sempre o caminho para Casa. A minha respiração era profunda e intensa, acompanhando o movimento da minha mão sobre o meu caralho bem hirto. Ela observava-me deleitada com o meu olhar estacionado no seu corpo, sem se aperceber como as suas ancas escoltavam o movimento da minha masturbação. À medida que o prazer escalava, as inibições derretiam. Ela recuava contra a parede com fervor, gemendo cada vez mais alto. Levou uma mão atrás, segurou no dildo e encaixou-o bem mais fundo até soltar um gemido mais estridente quando o seu rabo sentiu o frio da parede do quarto. O instinto dos corpos tomava conta da atmosfera luxuriosa. As suas costas arqueavam mais e mais, os nós dos dedos embranqueciam, os joelhos encontravam-se mais e mais avermelhados, o seu ponto intumescido era friccionado modelarmente… em… ca-da… es-to-ca-da…
Até que no raiar do seu orgasmo ela decide adicionar três palavras:
 
 
Vem para mim!
 
 
O meu olhar ensandecido espraiou, aumentei o ritmo e quando a oiço clamar no meio do seu grito orgásmico:
 
 
AGORA!
 
 
Fechei os olhos e tentei recolher cada esguicho impetuoso na palma da minha mão, sendo que um bom pedaço escorreu para o meu pé. Quando a minha respiração normalizou um pouco, levantei-me e caminhei até ela. Suada e ruborizada, recebeu-me com um sorriso em contra-picado e inesperadamente lambeu todo o leitinho que tinha tombado no meu pé, depositando ainda a sua boca no meu pau que pingava ligeiramente. Baixei-me, coloquei-me de joelhos e beijei-a loucamente. Com a mão limpa desencaixei-a do dildo e com a outra mão massajei-lhe o rabo, espalhando-lhe todo o meu sémen. Ela empinou-se novamente e sentiu-o escorrer até à sua coninha exaurida que tinha voltado a latejar. Coloquei-me atrás dela, firmei as minhas mãos nas suas ancas, ela soltou um gemido subtil ao sentir-me retesar novamente e recostou-se contra mim. Inclinei-me para a frente, cravei levemente os dentes no seu ombro. Puxei pelo seu belo cabelo fogoso, rodando a sua cabeça para me encarar. Enfiei apaixonadamente a minha língua na sua boca, no exacto momento em que a penetrava completamente erecto na sua coninha de delito… e sussurrei:
 
 
Olha para mim!

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Império dos Sentidos



Embrulho as tuas mãos
Tu não tocas
Cubro os teus olhos
Tu não vês
A fragrância do nosso Sexo
Tu cheiras
Gotículas mornas preenchem a tua boca
Tu provas
Essas pernas enfaixam-me
Tu sentes
Estocadas estremecem as tuas fundações
Tu gemes
Apodero-me de Ti e faço-Te minha
Tu Amas?

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Let Me In



Faz-me convidado de honra dessa Casa onde tudo é belo. Desconheço como vim aqui parar, mas depois de te vislumbrar esgueirar, pelo Alto do teu Salto, retive-me num sobressalto. Desejo-Te feroz e terna… Desejo-Te livre e atada… Desejo o teu olhar queimando-me a pele… Desejo a tua boca reivindicando o meu fôlego… Desejo ver essa carne corar, quando se sentir chicoteada pela minha vontade indomável de a trespassar...
Deixa-me entrar!

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Prelúdio de uma Foda



Deixa-me preparar-Te… Deixa-me urdir uma forma de Te vestir no meu tesão, despindo-Te orgasmos dessa tensão. Vamos lavar da nossa Alma o pó do quotidiano. Não, ainda não está na altura de Te espraiar, de entrar em Ti, de Te penetrar. Primeiro, terás de estremecer no zénite do estado de graça do ponto de rebuçado… aquele estado em que imploras que Te preencha, recostando fervorosamente contra mim, na ânsia que deslize vertiginosamente para dentro de Ti. Quando me fitas com esse olhar suplicante… quando me pedes docilmente… quando me pedes não tão docilmente… e quando clamas impetuosamente que Te foda.
 
Pois bem… ainda não alcançamos esse estado. Consigo vislumbrar essas gotículas reluzentes que se formam entre as tuas pernas… esses lábios que intumescem e mudam subtilmente de tonalidade. Consigo descortinar essas pernas que se descerram de forma instintiva. É um belo prenúncio, Menina Fogosa, e posso certamente actuar com isto. Mas preciso de mais. Sim… Mais! Preciso de ver esses sucos fluírem incontrolavelmente… Esses mamilos bem túrgidos…. Essas palavras exaltadas a jorrarem dessa boquinha doce, sem qualquer tipo de filtro púdico.
 
Vou levar-Te a esse estado com a minha boca… Chicoteando-Te com a língua nesse latejar místico… beijando o interior abrasador dessas coxas… provando a tua doçura escorrida. Apenas quando sentir o meu queixo afogado irei envolver os meus dedos no desempenho. Sinto-Te próxima da meta traçada ao sentir-me enclausurado na jaula cerrada dessas pernas tonificadas. Os meus dedos sondam e invocam, os meus lábios puxam e sugam, a minha língua pressiona e açoita.
 
Até que ficas definitivamente preparada… No momento em que convergimos na plena consciência do enlace iminente. Empina-te para mim!… Sim!… Assim!... Agora vou foder-Te até regares profusamente o meu desejo férreo.