quinta-feira, 16 de maio de 2013


10 comentários:

  1. depois não te queixes que nem os ossinhos te deixo :b

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  2. I chose you to melt me... ;)

    Beijinho

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    1. Be careful what you wish for... ;)

      Beijo

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  3. Sometimes we don't chose....just happen!
    And there's magic in it :)

    Beijo constelado
    da Tua *Estrela*

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    1. Discordo.
      Conscientemente ou subconscientemente, o derradeiro "voto" na escolha é sempre nosso. No dia em que deixarmos de escolher quem desejamos que nos consuma, perderemos um importante elemento identitário. E até num grande Amor é crucial que cada um mantenha uma integridade identitária.

      Beijo

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    2. Confesso que me surpreende ver-te defender esse lado consciencioso do Amor. Há laços que se atam sem que haja mãos a conduzi-los...
      Ainda assim, concordo plenamente contigo quanto à importância de preservar a identidade própria de cada um, em qualquer situação da vida, até no Amor. Porque o Amor próprio é aquele que nunca devemos subjugar, porque nunca nos devemos anular em prol do outro, porque o Amor só pode ser pleno se nos deixar soltos e livres para sermos nós próprios e nos incite a superarmo-nos e nunca a reprimirmo-nos.
      Cabe a cada um encontrar formas para fazer corresponder as escolhas da mente com as escolhas do coração, pois nem sempre esse rebelde órgão que carregamos no peito obedece ao racional e razoável....
      Quando a vida permite que as escolhas do coração dominem a razão....a magia acontece! Mas quando a vida não nos conduz num voo paralelo rumo à plenitude dos sentimentos, então aí à que apelar à razão.
      Há quem se resigne a ser escravo do coração e aprenda a viver com a dor de um voo solitário, mas eu acho que devemos tentar desvendar formas de desatar os laços criados involuntariamente de forma a conseguirmos ser livres para almejar voos plenos, mesmo que para isso seja preciso pedir ajuda....

      Beijos constelados
      da Tua *Estrela*

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    3. O que defendo com as minhas palavras (sem trazer à baila patologias, obviamente) é a demarcação daquelas pessoas que dizem que temos poder sobre a mente, mas nunca sobre o coração. Discordo profundamente disto!
      Mesmo quando me sinto embriagado em êxtase, este coração que pulsa, pertence-me. Cada célula, cada órgão deste corpo, pertence-me! Eu é que decido quem deixo cá entrar... eu é que decido a quem o entregar. No dia em que suceder o contrário, deixarei de ser Dono de mim.

      Se a entrega do nosso órgão vital ou a forma como escancaramos os nossos corredores internos é benéfica... isso já é outra história. Mas até ao dia em que escolher ser consumido por alguém, sou sempre Dono de todos os meus componentes. Até daquela parte do corpo que a maioria dos homens perde controlo, só de roçar numa parede... ;)

      Beijo

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    4. O que dizer perante tanta convicção...Parece-me bastante acertado, embora mais fácil de dizer do que de fazer, e falo por mim. Se te sentes realmente detentor desse poder sobre ti, invejo-te. Eu que me considero ponderada e racional, por vezes não consigo determinar as minhas escolhas com essa racionalidade de que falas, porque às vezes me encanto por aquilo que racionalmente sei ser impossível de ter...
      Ainda assim, até concordo contigo que até certo ponto é possível controlar a entrega, fecharmo-nos e protegermo-nos e com isso não deixar que percorram os nossos corredores internos e assim não ser consumidos quando o não desejamos. O problema mesmo é quando nos escancaramos todos, quando abrimos todas as portas para a entrega e nos sentimos entranhados, como é que se faz para tirar do coração quem nos consome?
      E penso que não estamos aqui a falar das entregas da carne, essas que a maioria dos homens perde o controlo saem tão facilmente quanto entram, quando não tocam na Alma.

      Beijo constelado
      da Tua *Estrela*

      Ps: Gosto quando os assuntos te atiçam :)

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    5. Eu não descrevo Racionalidade, mas Consciência!
      Consciência pelo que Sinto e Penso.
      Eu Sinto quem conscientemente Desejo e Penso quem conscientemente me Fascina. E nunca perco tempo com "entidades invasoras"... pois só cá entra quem realmente Desejo. Agora, se eu entro nessa Entidade?... isso sim, é outra história.

      E sim, gosto de ser atiçado... :P

      Beijos

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