quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Unha e Carne



Ecoas
Pelo desfiladeiro
Do meu
Pensamento
Até que
O meu
Sangue
Se transforma
Num Falcão
Que Te
Persegue
Por todo o lado
Com as minhas mãos
Com as minhas garras
Abrindo e fechando
Açoradas
Pela Tua carne.

10 comentários:

  1. Deveria sempre sempre assim, intenso!
    Gostei, beijo.

    ResponderEliminar
  2. Arrepiei-me :)
    Um poema muito sensitivo e visual, diria mesmo "al dente"

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Até porque aqui não se desejam unhas-de-fome...

      Eliminar
  3. Se este é o Menu, entregam em casa? ;)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. A vulgaridade de um take-away jamais se coadunará com a minha sagacidade... ;)

      Eliminar
  4. Abandono-me às açoitadas chicotadas do teu pensamento faminto....
    Deixando-me agarrar.... ou não...




    Beijito ;)

    ResponderEliminar