quarta-feira, 24 de maio de 2017

aHora!



Esta é a hora em que um poema tenta fazer sentido, junto dos sentidos.
Esta é a hora sagrada o suficiente para Te despir.
A quietude preserva o Teu corpo atrevido e honesto.
A dormência é uma amante de costas
Ao alcance de um abraço.
É (n)essa obscuridade que desejo foder
Gemendo às carícias de tudo quanto é invisível
Sentindo costas arqueadas em submissão ao luar
Numa consumação de empinada devoção.
Esta é a hora em que fico susceptível a todas as possibilidades.
Não tenho a certeza aonde tropecei
Mas é Aqui, agora que caio
Perdidamente
Enamorado
Com Tudo
ConTigo!

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