sexta-feira, 19 de maio de 2017

नमस्ते



Ela, acolhe-me
Na sua boca
Eu, amparo-A
Com as mãos
E qualquer noção
De objectificação
É obliterada
Quando se apercebe
Como representa a Deusa
Para a qual foi nomeada
Sentindo como o seu Nome
Ecoa pelas catacumbas
Deste corpo
Outrora finado.
Doce como o pecado
Astuta como uma oradora
Tropeço inevitavelmente
Nos seus lábios
E prostro-me
Ao seu Altar.

2 comentários:

  1. Decerto ela irá adorar o altar em que a colocas!

    r: Não sou pessoa de grandes confusões. Adorei ir ao estádio mas o Marquês já é demais para mim! Gosto de festejar por casa ;)

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    1. E fazes tu muito bem, Cláudia :)

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